Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

A inexistência múltipla

 

Ele sofre de humanofobia, não suporta mais as pessoas, as evita e esta cheio em saber que todos são iguais com seus interesses unbiguais.  Em sua tolerância não há equilíbrio, todos são iguais dentro de suas tribos manipuladas pelo seu engajamento;

 

Não enxerga mais interesse nas pessoas, apenas transparece em seu olhar maquiagens, cabelos cortados e sorrisos de prostitutas asiáticas, na qual essa visão desata lágrimas que escorrem em seu rosto sem cor, sem amor, sem ódio, sem frio e sem vida;

 

Existe apenas vida em um ser, esse ser se chama vício; O vício é alimentado com falsos e deturpado sentimentos, os humanos adoram dar vida a coisas frívolas; Enquanto os homens alimentarem essa vida, ele continuará humanofobilo fingindo que vive em um sentimento morto.

 

 

 

Que morra logo esse cadáver para podermos viver.

 



Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

A Vespa Ferrari

 

   Carlos era uma criança como os demais,  jogávamos muito futebol na rua, sempre descalços devido nossas havaianas serem traves do gol, visávamos os metros de um chinelo ao outro com o objetivo de jogar a bola de capotão entre sua horizontal, tempo divertido. Lembro que Carlos era um menino muito simples, de família pobre, porém muito religiosa e tradicionalista e davam muito valor as coisas simples. Carlos começou trabalhar ainda muito jovem, ajudava em casa, amava muito a família, soprava muitas palavras de amor a sua mãe, aliás, mãe que tinha muito orgulho de seu filho. Carlos Sempre se esforçou muito na vida, nos intervalos da sua luta pela sobrevivência praticava muito esporte, com isso acabou conhecendo o basquete, ele era baixinho, mas com muita agilidade com a bola, passes rápidos, surpreendia os adversários com sua presença repentina com bloqueios, o rapaz literalmente fazia estrago nos competidores. Presenciava esses momentos gloriosos de Carlos, me sentia orgulhoso de sua evolução como ser humano.

 

   Devido a todos seus esforços, Carlos conseguiu comprar seu primeiro meio de locomoção, logrou de uma Vespa Vermelha, dizia que era sua Ferrari, é indescritível escrever nas próximas linhas o que senti diante a tal felicidade, seus olhos sorriam e lagrimejavam a cada cumprimento e parabenização dos demais colegas, as curvas de seu sorriso e semblante humilde mostravam que Carlos era realmente uma pessoa que merecia muito na vida, lembro até hoje a frase dita por ele enquanto apertávamos sua mão:

 

- Isso aqui é só uma moto, estou feliz por mais uma conquista, única conquista que me deixa verdadeiramente feliz é a amizade de vocês.

 

   Quando escutei aquilo, a princípio não me causou nenhuma sensação, mas quando coloquei minha cabeça no travesseiro e pensando naquelas palavras de carinho, percebi o que Carlos quis demonstrar, ali se consolidou que prezava muito pela nossa amizade, sua estimação era fiel aos verdadeiros amigos.

 

   Com o passar do tempo, nossas responsabilidades nos deixavam distante, todos trabalhavam, pagavam suas contas, tínhamos que subsistir. Nessa distância Carlos conheceu novos amigos, pessoas que conviviam com ele no trabalho e escola, alguns de certa forma eram amigos bacanas, mas alguns obtiam de uma índole questionável, Carlos sempre soube selecionar muito bem suas amizades, mas de uma forma serena e enfática essas más amizades ganharam sua fidelidade, e quando Carlos é fiel a alguém pode ter certeza que é verdadeiro.

 

   Começou a usar cocaína, e sem mais cerimônias em meu conto, Carlos estava preso as drogas, aos furtos e ódio. Sua Vespa Ferrari foi levava pela policia, Carlos não a utilizava mais para se locomover ao trabalho e jogos de basquete, seu novo caminho era pontos de drogas e aos furtos, aliás, furtos que um dia lhe renderam um flagrante objetivando a perca de uma de suas orgulhosas conquistas.

   O tempo foi passando, os novos amigos de Carlos o deixou, e a única herança que ficou desse seu passado foram alucinações e crises psicóticas originadas pelo uso excessivo de drogas. Nos tempos de tormenta Carlos era incomunicável, tentamos nos aproximar depois da fase de tormenta, mas não obtivemos sucesso, as vezes passávamos pela rua e cumprimentávamos, o mesmo nos encarava com um olhar arrogante e silencioso, um olhar bem diferente daquela singela visão sorridente que um dia lagrimejou de orgulho dos amigos que tinha, com esse olhar altivo Carlos perdeu mais uma conquista, perdeu seus amigos.

 

   O mais triste de tudo isso e saber que infelizmente não só foi perdido sua Vespa Ferrari e amigos, Carlos perdeu sua adolescência, perdeu a grande perspectiva que tinha da vida, perdeu sua fé, perdeu seu objetivo. Hoje em dia Carlos não está a procura de nada, vive em uma linha isenta de conquistas e percas, sua cabeça repleta de questionamento o aguçam em saber sua existência na terra e qual propósito que Deus obstruiu a ele, tenho certeza que atrás daquele olhar rancoroso ainda se esconde um lindo sorriso, espero que Carlos o encontre e não seja mais uma alma penada movendo-se dentro de um corpo.


Sábado, 14 de Maio de 2011

Ensinamento

 

 

A conheci quando menos percebi, éramos pequenas crianças, sempre brincávamos juntos com nossos sorrisos inocentes e pureza incontestável, nosso pecado mortal só florescia em brincadeiras de mau gosto conduzidas por outras crianças maldosas a fim de rir de suas peraltices maliciosas. O tempo foi passando e mesmo assim ela sempre continuou ao meu lado ensinando a diferenciar pessoas más e falsas das boas e verdadeiras.

 

Quando cheguei adolescência a percebi verdadeiramente, passando minhas mãos sobre ela, senti sua pele áspera e pedrosa que me fascinava, obtinha de uma beleza estrondosa, meus pés descalços sobre ti me relaxava com uma nostalgia que penetrava entre meus dedos, subia em meu corpo me abraçando e dizendo em forma gesticulada que me adorava. Tudo era pequeno diante sua presença, nada se escondia sobre ela, observada tudo que acontecia e sempre me indicou quais caminhos seguir para proteger-me das calamidades. Nossa relação sempre foi primorosa, não vejo amor mais perfeito, esse amor me amadureceu de uma forma verdadeira.

 

Hoje em dia, infelizmente, o amor se obstretou junto a pessoas que não perceberam seus ensinamentos ou ignoraram seus braços abertos, virando as costas e rindo de suas lágrimas caindo sobre o asfalto forçando-a a abaixar os braços.

 

Agradeço a RUA que sempre esteve presente e ajudou a me tornar a pessoa que sou hoje, agradeço a Deus por não ser uma pessoa racista, homofobica, egoísta, alienada que só pensa em riqueza se alardeando com valores trocados nos dias de hoje. Aquelas crianças peraltas maliciosas se tornaram homens e tentam acabar com a essência da RUA, eles nos forçam a amar valores supérfluos, conduze-nos a se apaixonar pelo que não somos.

 

Pena que uma maioria aderio a esses homens maliciosos, essas pessoas se encaram no espelho e não conseguem mais se ver, procuram sua alma, seus amigos e sentimentos verdadeiros; Mas nunca é tarde para encontrá-los, deixe a RUA gesticular seu amor a ti e lhe ensinar viver, ela está ansiosa para presenteá-lo com o mapa da verdadeira riqueza.


Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

RINHA DOS MC'S CCJ CACHOEIRINHA

SÓ UM CANTA DE GALO, O RESTO É FRANGO

 

 

 

 

    No dia 03 de abril ocorreu no CCJ (Centro Cultural da Juventude) do Cachoeirinha a Rinha dos MC’s, apresentado pelo DJ Dandan. 

 

   Suas irônicas brincadeiras entretenitantes ao público garantiu grandes gargalhadas, pena que nessa etapa Criolo Doido não compareceu devido trabalhos.

 

   O intuito das batalhas e revelar novos MC’s no cenário estadual e nacional.

 

   Houve muitas batalhas esse dia, foram quatorze mcs batalhando até sobrar dois vencedores, farei um breve relato resumido do acontecido acompanhado de videos e fotos. 

 

 

Uma das primeiras batalhas

 

 

 

 

   Futuras batalhas depois, último duelo do CCJ foi entre 100% VS Rafael, ou seja, Anderson Silva VS Vitor Belfort, vocês irão entender após ver a batalha.

 

 



 

 Por fim, 100% vencedor da Etapa Zona norte, Rafael 2º lugar

 

 

 

   Depois da Rinha, para fechar a noite show do MC Rashid. O moleque é novão, mas tem grande poder de composição e talento no microfone. Kamau, Projota entre outros  também prestigiaram o evento.

 

 

 

 

Rashid cantou pedaço de música inédita, track poderosa.



 

 

 

 

   Deixo registrado eu, Nandinha e Jeh tirando uma chinfra na bagunça.

 

 

 

 

O vídeo abaixo sintetiza um quarteto, a música representa o thiagão...o muleke é firmeza, faltou você minerva. 

 

 

 

  

   Eventos como esse conscientiza e raciocina as novas gerações a percepção do certo e errado, aguça seus talentos e criam perspectivas em suas vidas para um futuro melhor, parabéns a iniciativa, ainda vai surgir muita coisa boa dessa safra que a Rinha está cultivando, os mulekes não nasceram para ser sementes.

 

Termino com a seguinte frase junto a uma pergunta que licita a conclusão ao acontecido nesse dia:

 

 

"Não quero ganhar, eu quero vencer...é bem diferente, deu pra entender?" By Renan (Grupo Inquérito)

 


Quinta-feira, 31 de Março de 2011

Militar Homofóbico

     Nos deixa indignado as declarações dadas em entrevista pelo Deputado Jair Bolsonaro do Rio de Janeiro (PP), suas palavras transmitiam uma agressividade racista e suja contra uma classe que sofre tipos de preconceitos por toda a sociedade. Ativistas lutam para que se acabe essa exclusão contra homossexuais, negros, pobres etc, e militares políticos como Jair vem e tenta estragar tudo.

 

Essas pessoas só querem respeito e igualdade.

 

 

   Creio que essa raiva devastada pelo deputado é saber que todos nós temos nossos direitos (mesmo sendo negado, temos nossos direito), esse humanos atacados  em suas declarações são julgadas pelo mesmo de sub-raça, essa mesma sub-raça está sendo ouvida e irá sempre lutar pelo igualdade e respeito, o intuito de Bolsonaro e realmente excluí-los e até mesmo mal tratá-los para reprimir suas vozes.

 

 

   Nossos políticos sempre se julgam certos em suas decisões, planejamentos e declarações, quando percebem que erraram sempre fazem papel de desinformado. Bolsonaro quando questionado sobre sua declaração racista apenas separou o racismo homossexual com o racismo negro, creio que o deputado não sabe o conceito de racismo, sempre deixou claro que se referia aos gays, mas porque? Homofobia não é uma forma de racismo?

 

  Costume dizer:  “nunca vote em militares para gerenciar nosso pais”

 

 

Será que não aprendemos com a Ditadura?


Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Sr. Boris Casoy...ISSO É UMA VERGONHA!!!!!

   No "Jornal da Band" do último dia 31, Boris Casoy passou por uma bela "saia justa". Durante o programa, após as felicitações de Ano Novo de uma dupla de garis, o jornalista não percebeu que o microfone estava aberto e falou o que pensava.

 

 

"Que merda... dois lixeiros desejando felicidades... do alto de suas vassouras... dois lixeiros... o mais baixo da escala do trabalho...", disse Boris Casoy.

 

 

   Posso traduzir pensamentos de pessoas como essa, lixos como esse pensam que são reis perante outros humanos, os únicos valores que os importam são imagens, dinheiro e amigos da mesma "laia"  que eles, amigos pelo qual só importa o que possam oferecer, quando os vêem soltam a franga, dão tapinhas nas costas, abraçam, enfim, tem comportamento de putas em troca de sua rica amizade.

  

   Pessoas como essa se divertem humilhando garçons, faxineiras, empregadas, e os veêm como o "baixo escalão" da nossa sociedade. Mas não percebem que são eles que envergonham nossa espécie humana, não respeitando  o próximo por causa de sua religião, sexo, opção sexual, etnias, classes sociais, profissão e também desrespeitando a si próprio, com um comentário nojento desse, é como se ele estivesse levantando uma arma na frente do espelho.

 

Video_______

 

 

Mais um exemplo para não nos enganarmos, tirar foto é fácil.....Quero ver quem se retrata.

ISSO É UMA VERGONHA!!!

 

 

  


Publicado por Vanderson às 22:34
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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Meninos de Rua

   Um dia, eu acompanhado de um amigo, estávamos indo a um determinado lugar, quando paramos em um farol e nos deparamos com dois meninos fazendo marabalismo com bolinhas em troca de um dinheiro, depois de dar seu show ele foi até o vidro do carro pedir  um trocado, quando coloquei a mão no bolso para retribuir o seu show, meu amigo espontaneamente seguro em minha mão e disse para não dar nada ao menino, fui insistente e dei o dinheiro a ele. Perguntei ao meu amigo o porque de não dar o dinheiro a esse menino, ele veio com uma resposta pela qual, ele sem perceber, gera uma complexidade de que ele próprio não raciocinou:

 

   - Você dando esse dinheiro está influenciando ele a ficar no farol, está influenciando um criminoso.

 

 

   Mas quando ele diz "influenciando", ele não pensou no que essa palavra pode ser de um futuro complexo e de várias portas.

   Esse menino poderia está roubando, ou apenas pedindo dinheiro no farol, mas não, ele estava trabalhando em troca de moedas, ele estava dava se show por moedas.

   Estava influenciando sim o seu trabalho, e pude presenciar um sorriso de "missão cumprida" depois de um trabalho muito bem feito. E se todas as pessoas não pagassem por esse serviço do menino? Será que isso não geraria uma revolta? Óbvio que sempre tem aqueles que dizem que a criminalidade e questão de índole, mas quem cria nossas índoles? Quem nos dá educação?

 

   Essa pequena história serve apenas para repensar em seus próprios conceitos, afinal quem sou eu pra mudar os pensamentos de alguém, a mídia, o sistema, a manipulação de engajamento são monstros perto de mim, sou apenas uma formiga que enxerga.

   O video abaixo é uma das provas que de esses meninos não são ignorantes, só falta educação e condições de vida verdadeira. O dialeto desses meninos veêm das ruas junto com sua forma de pensar. Mesmo sem educação esses meninos conseguem enxergar a injustiça que prevalece em nosso pais, e com apenas 13 anos já viveram muito mais do que homens de 40.

 

 

 

   As vezes me pego pensando.... Mesmo sem saber ler, escrever, eles tem uma visão do que realmente acontece debaixo de nossos narizes.

Se soubessem a constituição poderiam até mudar nosso país

 

  

 

 


Publicado por Vanderson às 02:15
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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

DOSSIÊ DA NIKE

Salve!!!! Voltei depois de um ano...

 
Todos sabem que a anos, eu falo de marcas como Nike e Adidas, não só pela propaganda agressiva, fazendo jovens do terceiro mundo se matarem a anos tanto no emprego como no revólver por um amaldiçoado par de tênis, mas também pelo modo que esses produtos são feitos, produzidos com mão de obra escrava.

Bom, de presente de natal vou por um pequeno dossiê sobre a Nike, pra você ler e decidir por sua própria conta se adquire esses produtos ou não, vou por alguns detalhes sobre a empresa e depois uma entrevista do próprio dono da Nike, que num trecho marcante fala

"Não seria bom conectar Nike com probreza".

 

 

Quando você adquire um produto, você contribui para o que ele simboliza, para a idéia que ele prega, lembre-se também, que toda grande empresa americana alimenta o fundo de segurança nacional, que na verdade é um fundo de guerra para os Estados Unidos tramarem seus genocídios por petróleo. Hoje a nação americana alimenta centenas de guerras com esse dinheiro.
Voltando diretamente a Nike em entrevista ao Michael Moore, nada mais apropriado do que o priprietário para falar, mas antes vamos a alguns detalhes.
A Nike tem custo mínimo na produção de seus produtos o que permite um excessivo gasto em marketing e pesquisa de mercado, são nesses anúncios que estão embutidos o valor da marca.
A fórmula do sucesso da Nike e muito simples produzir acessórias de qualidade a baixo custo.
Explorando milhões de pessoas miseráveis nos países onde a situação econômica é mais critica, onde podem fazer seus operários trabalharem 12 horas por dia ganhando menos de 30 centavos por dia.
A Nike tem fabricas ao redor do mundo, especialmente em países de terceiro mundo, onde as leis sejam escassa e onde os direitos humanos não são respeitados.

 

Esse aí é o dono da Nike, Phil Knight.

 

A Nike não fabrica nada nos Estados Unidos, portanto o cara pensa que tá pagando de gringo, mas tá usando produto feito em porão no Afeganistão, esse tipo de coisa não tem nada a ver com o Hip-Hop que me mostraram.
A fabrica da indonésia emprega trabalhadores menores de idade, crianças de 12,13 anos trabalham turnos de 12 horas em condições tão horríveis que seria difícil achar algo parecido em nosso pais. (você vai conferir isso na entrevist a baixo)
Justificativas poderiam ser apresentadas se a companhia fosse uma pequena empresa local, ( e mesmo assim, não é porque estamos num lugar omisso, que temos que ser omissos também, uma das bandeiras do Hip-Hop é bater de frente com a desigualdade, ou não é?) mas estamos falando de uma dos maiores impérios do mundo.
A custa de mães solteiras que em um pais pobres e islâmico, não conseguem encontrar um trabalho digno para alimentar seus filhos sendo assim devem se submeter a uma vida de semi-escravidão.
Quando ativistas a favor dos direitos humanos começaram a investigar os estabelecimentos da Nike em indonésia, não podiam acreditar em que seus olhos viam, alem da vida de semi-escravidão de seus operários, ainda são forcados a trabalhar com produtos químicos altamente tóxicos e sem nenhuma proteção.
Nike tem fabricas nos países mais miseráveis do mundo, onde lhes garante mão-de-obra barata e sem ter que cumprir nenhum dos deveres de um empregador de uma pais de primeiro mundo.
Bolas de Futebol da Nike são feitas em pequenos quartos sem janelas, por velhos jovens e crianças sentados no chão de cimento em pequenas aldeias do Afeganistão.
Tênis da Nike vem de suas putrificas fabricas no Vietnã, Indonésia Camboja e China.
O que você pode fazer para combater essa injustiça? explodir uma fábrica deles? bom, aí é com você, eu diria que já ajuda não comprar nada que a NIKE produza, mas a consciência é sua.
Acompanhe agora a entrevista feita por Michael Moore e veja como esse novo amigo do nosso movimento pode ser generoso quando o assunto é ser humano.

Michael Moore Entrevista Phil Knight, o dono da Nike


O Cineasta e Ativista Norte Americano Michael Moore, produziu um documentário chamado "The Big One" (O Grande) esta documentário foi altamente aclamado Nos EUA e ainda não foi lançado no Brasil ( e nem será e claro).
Nesse documentário Michael faz uma investigação sobre as atrocidades que a Nike Inc. vem fazendo na Ásia, nesse filme o "todo poderoso" da Nike Sr.Phil Knight, foi obrigado por pressão do publico a dar uma entrevista a Michael, leia aqui como foi e o que fez a Nike perder milhões de dólares ano passado, veja porque.
Michael Moore: Da ultima vez que eu falei com você eu lhe pedi duas coisas, primeira que você construa uma fabrica aqui nos EUA com condições dignas, e segundo lugar para aumentar a idade das crianças que estão trabalhando nas fabricas da Nike na Ásia, defensores do direitos Humanos comprovaram que existe crianças de menos de 12 anos trabalhando em condições horríveis em período integral. quando eu te disse isso da ultima vez você me disse que as crianças não tinha 12 anos e sim 14, dai eu perguntei se você não sentia nenhum remorso pelas crianças semi-escravas lá, e você me disse que " NUNCA TINHA PENSADO NISSO. nunca pensou? ué? e agora parou para pensar nas pobres crianças?
Phil Knight: Sim eu pensei a respeito, sim. Michael Moore:E o que você vai fazer a respeito? Phil Knight: Bem, eu penso que.. eu penso... eu não queria dizer estúpido, mais vou ter que dizer que e uma coisa muito estúpida, porque essencialmente e estúpido.
Michael Moore: Han, o que e estupido?! Phil Knight:E estúpida a idéia de aumentar a faixa etária das fabricas da indonésia de 14 para 18.
 
 
 
Eu acho estúpido alguém sentado aqui em Nova York dizer o que e justo ou não para crianças da Indonésia ou no Vietnã. Sabe porque? porque e responsabilidade das Nações Unidas, eles determinam que naqueles países a idade mínima e de 14 anos, se você quer ser extremista então porque não aumentam a faixa etária para 25 anos? dai teremos um monte de formados em PHD, precisamos de gente para fazer os sapatos, e eles lá sabem que e necessário trabalhar desde de criança pois só assim conseguem sobreviver.
OK digamos que a pessoa deve haver ao menos 18 anos para trabalhar na fabrica antes disso ele tem que ir a escola normalmente como uma garoto Americano, não e assim simples, e diferente lá!
Michael Moore: Más um garoto e um garoto (ou garota já que a maioria são meninas nessas fabricas). Um adolescente, de 14 anos ainda esta em desenvolvimento, ele não deveria trabalhar 12 horas por dia, 6 dias por semana numa fabrica de sapato.
Phil Knight: Bem...bem... fala isso para as Nações Unidas!
Michael Moore:Não, eu falo isso para você! pois você e muito mais poderoso do que eles nesse caso pois você comanda um monte de fabricas lá e você PODE tomar essa decisão quando quiser! Agora mesmo você poderia mudar isso enquanto estamos sentados aqui em Nova York.
Phil Knight: Mas ele tem que trabalhar para comer. Quero dizer basicamente quando foi o que aconteceu Vamos aumentar os estandartes como as nações unidas fizeram lá no Paquistão * Porem eles disseram que as famílias ficariam depravadas de muitas coisas economicamente falando. Então e obvio que tem que ter um balanço e dentro das leis determinadas pelas nações unidas a faixa etária que uma criança pode trabalhar e 14 anos.
* (Nike decidiu usar os estandartes das Nações Unidas no Paquistão depois do escândalo de crianças de 8 anos fazendo bolas de futebol da Nike em porões de casas naquele pais)
Michael Moore: Mas você acha isso certo?
Phil Knight: Eu penso de sim, eu acredito que sim! Michael Moore: Você tem filhos?
Phil Knight: Sim, tenho.
Michael Moore: Você gostaria de ver o seu filho trabalhando 12 horas por dia 6 dias por semana, as vezes 7, aos 14 anos de idade, com supervisores chingando e maltrando ele?
Phil Knight:A..a.. mais...mais... Michael Moore:Em uma fábrica que usa produtos quimicos perigosos toxico repirando cola o dia todo?
Phil Knight: Você quer que eles usem.. você quer que eles usem os mesmos estandartes e condições que nos temos aqui nos EUA você esta afirmando que eles estão errados e não deveriam fazer isso.
Michael Moore: Sim nos fazemos isso todo o tempo. Nos aqui nos EUA nunca concordamos com o Apartaid na África do Sul eu acredito que era errado. Você não achava errado?
Phil Knight: Claro, claro! Michael Moore:Claro e por isso, nos achávamos errado pessoas serem tratadas como animais simplesmente por causa da cor por isso nos queríamos impor os estandartes Americanos lá.
Phil Knight: Certo, mais temos.. temos que entender que estamos falando de um pais de terceiro mundo aqui nos dos Estados Unidos não tínhamos quer ter 18 anos para trabalhar em fabricas 200 anos atras.. Você sabe que nos primeiros anos do nosso pais jovens trabalhavam muito duro.. A Nações Unidas disse que o Mínimo aceitável será 14 anos então essa será nossa faixa etária em nossas fabricas.
Michael Moore: E essa a idade mínima para trabalhar nas fabricas da Nike?
Phil Knight: Sim nos materemos essa faiza etária. _
Michael Moore: Mas você é o chefão, você pode impedir que crianças sofram, você pode fazer a diferença...
Phil Knight: Sim, eu sou o chefe basicamente falando...
Michael Moore: Por favor Phil, diga-me ao menos que nenhum adolescente com menos de 16 vai trabalhar nas fabricas em tempo integral, por favor 16, igual as fabricas de sapato do primeiro mundo, afinal você e Phil Knight..
Phil Knight: Bem, quem sabe algum dia isso torna possível, temos muitos pedidos temos que aumentar a produção, você não vai ver isso acontecer nos próximos 6 meses..
Michael Moore: Mas você promete?
Phil Knight:Não, não, nos queremos boas condições de trabalho em todos esses países. Nos tentamos fazer o melhor possível
Michael Moore:Então, você promete que num futuro bem próximo não terá adolescentes com menos de 16 anos trabalhando em sua fabricas de calcados esportivos?
Phil Knight: Sim eu prometo isso na fabrica da Indonésia...
Michael Moore:Nos não podemos obrigar as fabricas contratadas a fazer isso poderíamos somente em nossas fabricas próprias!
Phil Knight: Nos não podemos obrigar as fabricas contratadas a fazer isso poderíamos somente em nossas fabricas próprias!
Michael Moore: Mas tudo que você controla você vai fazer isso?
Phil Knight: Na Indonésia, lá na Indonésia, nos iremos mudar a idade para 16.
Michael Moore: Quando nos encontramos na ultima vez voce disse que poderiamos ir na sua fabrica com voce.
Phil Knight: Sim, estive muito desapontado que você não veio.
Michael Moore: Bem por que o seu pessoal disse que não poderíamos filmar e nem fotografar nada! sou um cineasta, e isso que faço se não posso fazer meu trabalho nem levar a minha equipe o que vou fazer lá? se chocar com as criancinhas trabalhando?
Phil Knight:Oh não, nos pensamos basicamente em uma viagem educacional, para você ver as melhorias que fizemos lá. Obviamente tem muita pobreza na Indonésia e eu queria evitar de haver a minha imagem com a pobreza como de pano de fundo essas fotos seriam usadas contra mim não pegaria bem, não seria bom conectar Nike com pobreza...
Michael Moore: Você deveria ter vindo mesmo que sem as câmeras...
Phil Knight: Você deveria ter vindo mesmo que sem as câmeras.
Michael Moore:Você deveria ter me deixado levar as cameras porque não? Quando você começou com a trabalhar com a Nike? 28, 29 anos.
Phil Knight: 24 anos atras.
Michael Moore: 24 anos atras... Você fez Tênis de corrida aqui? em algum tempo?
Phil Knight: Não nos nunca fizemos um tênis da Nike nos Estado Unidos, nos éramos 100% importadores.
Michael Moore:Então nunca teve um Nike realmente Americano né?
Phil Knight: Teve sim, nos tivemos. em 1974, nos éramos fazendo calcados no Japão, dai ficou muito caro para nos Taiwan (Formosa) e Coréia do sul eram mercados muito obscuros e não desenvolvidos, então nos trouxemos 15% da nossa produção. entre 1975 e 1982.
Michael Moore: e dai, o que se passou?
Phil Knight: Bem as coisas não iam bem e nos estávamos prestes a entrar em uma recessão. As fabricas eram em Maine, e o estado passou lei rigorosas que obrigava empresas a pagarem altas indenizações a acidentes ocorridos nos locais de trabalho. Nos éramos obrigados a pagar indenizações a todos os trabalhadores que tivessem se ferido no local de trabalho. Um trabalhador entrou com uma ação na justiça contra nos ele dizia que contraiu Síndrome do Túnel do Carpo e o juiz nos obrigou a pagar 200 mil dólares a ele. Foi um absurdo centenas e centenas de pessoas jurando que se feriram no trabalho somente para receberem indenizações. Por esta razão fomos obrigados a fechar aquela fabrica e nos custou 10 milhões de dólares para fecha-la! Michael Moore: Sim mas o trabalhador que entrou na justiça ele realmente contraiu Síndrome do Túnel do Carpo não e mesmo?
Phil Knight: Sim e verdade, mais e muito difícil provar. Eu acho que e muito difícil saber.
Michael Moore:Uh huh. Mais e um problema serio né?.
Phil Knight: Sim, claro, Síndrome do Túnel do Carpo e problema serio, sem sombra de duvidas. Michael Moore:E você acha que os trabalhadores daquela fabrica estavam fingindo? todos eles?! Phil Knight: Sim, estou quase certo disso.
Michael Moore: E claro que sempre terá uma meia dúzia de gente ma intencionada, mas você acha justo os que estão sofrendo pagarem por eles?
Phil Knight: Claro que sim o preço dos tênis ficam muito caros se tivermos que pagar compensação.
Michael Moore:Caramba, que dizer que e assim? e na Ásia você não precisa pagar nada nem mesmo se morrerem né? tá bem..


(By Ferrez)


Sábado, 11 de Outubro de 2008

Dia Das Crianças

 

Crianças buscam abrigo sob caixas de papelão. Atletas desfigurados pelo corte da cana, sofridos bóias-frias. Meninos e meninas crescendo em meio ao lixo, alimentando-se dele. Situações de exploração facilmente encontradas nesse país sem a devida noção do respeito aos seus filhos pequenos sendo escondido por trás da futilidade do ser humano.

 

 

 

A FOME NO MUNDO

CRIANÇAS DA FOME
SENTIDA DE PERTO
CRIANÇAS MORRENDO
DE FOME CHEGANDO
ARMAS EM PUNHO MATANDO CRIANÇAS
CRIANÇAS MORRENDO DE FOME NO MUNDO
GUERRAS IMPUNES E COMIDA FALTANDO
NOS PRATOS DE MUITOS COMIDA SOBRANDO
NOS PRATOS DE OUTROS NEM MIGALHAS RASPANDO
ESTAS CRIANÇAS, AQUI PERTO MORRENDO
E NÓS AQUI PARADOS OLHANDO
ENTERRANDO ESTES CORPOS
E NADA FAZEMOS
SOFREMOS SENTIDOS QUE A FALTA DA FOME
QUE FALTA NO MUNDO
TAMBÉM É NOSSA E ME CULPO 

 

 

 

``Quando era criança vi muitas cenas chocantes como a morte de um amigo, muitas crianças perdem a infância para a pobreza partindo para o mundo do crime, eu não perdi a minha, todas as dificuldades que passei na minha infância não me deixaram perde a alegria juvenil, sinto saudades das brincadeiras e amizades. Amigos de infância não tenho muitos, alguns sairam de SP e outros infelizmente são finados, mas carrego todos em minhas lindas lembranças.``

``Quando criança nosso pai não nos dava presente, mas desde criança tinha noção das dificuldades e nunca o questionava por isso, um simples gesto de carinho de meus pais já me deixava a criança mais feliz do mundo.´´

``Pai, agradeço aquela Pascóa pelo senhor ter me dado aquela caixa de ``BIS´´, o sentimento de carinho que estava envolvido naquela caixa foi mais forte do que qualquer ovo de páscoa desse mundo. ´´

(Pensa que esqueci Pai!!!! Te amo)..............

 

 

 



Publicado por Vanderson às 19:41
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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

Jogando No Quintal

 

 

 

   Palhaços apresentam um espetáculo teatral inspirado na estrutura de um jogo de futebol em que a palavra de ordem é a improvisação. O jogo é disputado por dois times de três palhaços-atletas cada, acompanhado por um árbitro e por uma banda de música que cria ao vivo sons e melodias.

   Para levar as pessoas a terem a mesma sensação de descontração, alegria e espontaneidade que o jogo proporciona aos jogadores, a opção foi abandonar o espaço cênico convencional e levar a platéia para o lugar de origem das primeiras brincadeiras do grupo: o quintal.

 

Abaixo Foto dos Jogadores______________

 

 

   No dia 28 de Setembro eu mesmo pude ver com meus próprios olhos uma das partidas do pessoal do ``Jogando´´, o jogo começou as 21:00, eu e meus amigos estavamos ansiosos para torcer muito para os times de Palhaços.

 

 

 

  Chegamos lá por volta das 20:00, o salão de espera estava razoavelmente cheio, mas quando os portões se abriram fomos correndo pra se sentar.

 

 

   Ficamos sentados do lado da Banda, era muito engraçado, conforme o pessoal ia chegando os músicos  improvisavam músicas conforme atitudes das pessoas, roupas, bigodes, cabelos engraçados etc.

 

  

 

Zuaram muito o Bigodão do Rapaz abaixo. (rs)________________________

 

  Depois que a banda já deixou um clima bem alegre para o começo do jogo, quem se apresenta e o Juiz da Partida. O nome do Juiz é João Grandão, esse também é muito ilário, ele explica as regras do jogo e faz muitas palhaçadas antes da partida começar.

 

 

 

   Depois de todas essas prévias e chegada a grande hora, entra no ``campo´´ os jogadores, não me recordo dos nomes das equipes, são representados pelas cores Azul e Laranja.

   A foto abaixo foi tirada depois deles terem cantado o hino de seus times.

 

 

 

   No primeiro tempo do jogo a equipe azul fechou o placa com 2x1. Nesse 1º tempo teve uma prova que alguém da pláteia dizia uma palavra e os palhaços tinham que improvisar, cada coisa absurda, e mesmo assim fizeram a gente dar muitas risadas (rsrsrsrs).

 

   Fotos do 1º tempo_______________________________

Tema Metrô Cheio

 


Tema Pavé de chocolate, terror

 

 

Juiz de olho na partida (ou na Beatriz rs)

 

  No intervalo do jogo invadi o campo e tirei está foto dentro da grande arena.

 

 

Abaixo o Jamanta rolando no campo no intervalo para início do 2º tempo_____

 

 

   Iniciando-se o 2º tempo a equipe laranja conseguiu virar  com placar com 3x2, a premiação e feita com uma tortada na cara dos palhaços. Deve ser um privilégio muito grande para eles, conseguirarm risadas do início ao fim.

 

 

 

 

 

   Pode ter certeza que vou voltar a ver mais algumas vezes essa espétaculo incrível, nunca vi nada igual, ele é mesmo surpreendente, essa mistura de humor e improvisação e igual a risos e olhos cheios de lágrimas de tanto gargalhar.

  

De uma coisa tenho certeza, pode assistir que você não irá se arrepender.

 

 

 

 

 


Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Gas Festival

STREET FESTIVAL

 

Ocorreu no dia 6 de setembro a segunda edição do Guaraná Antarctica Street Festival, evento que reuniu esportes de ação, arte de rua e muita música na Chácara do Jockey, em São Paulo. Para 2008, o Guaraná Antarctica, preparou uma série de novidades como as apresentações da banda Bad Religion, ícone do punk rock mundial, e do atleta Danny Way, conhecido por saltar sobre a Muralha da China munido apenas de um skate.

 



Além de Danny Way e do Bad Religion, o GAS Festival promoveu 12 horas de muito
entretenimento espalhado por 52 mil metros quadrados de área construída com palcos, pistas, bares e exposições. Para os fãs da música, um line up diversificado.  Os integrantes do Charlie Brown Jr, Strike e Voltz, que se alternam nos palcos do evento. Não fiquei muito contente, poi cheguei no evento era umas 16:00 e acabei perdendo o show do Nintrominds e Questions.

 



GAS radical
Interagindo com bandas e DJs, feras do esporte se apresentaram em manobras  radicais na Chácara do Jockey. Os skatistas Bob Burnquist, Sandro Dias, Lincoln Ueda e Cristiano
Mateus, embaixadores do GAS Festival, receberam seus convidados e o ícone Danny Way,
recordista mundial de saltos em mega rampas e considerado uma lenda viva da modalidade. Fabíola da Silva, campeã mundial e rainha do inline, também estava entre as atrações do GAS Festival.


 

Fabiola da Silva (já andei com essa mina)

 


   


Mas o que chamou bastante a atenção do público e dos próprios atletas foi o Super Looping, atração desenhada por Burnquist. Uma mistura de rampas e um círculo com 6 metros de altura que desafia os skatistas a darem voltas de 360 graus, ou seja, ficarem literalmente de ponta cabeça e suspensos no ar apenas com o skate. A pista, foi inédita no Brasil.

 



Bob Burnquist foi o primeiro no Brasil a realizar o Super Looping , ele teve duas quedas,
umas delas foi até mais grave onde ele caiu de cutuvelo no chão, mas na 3º tentativa ele
realizou a manobra e subiu no topo da rampa e foi aplaudido pela rapa presente.

 




Além disso,  os skatistas  voaram numa competição de alturá. Na pista em formato de ́Ú,
chamada de half pipe, vence o atleta mineirinho subiu mais alto com o skate, altura de 3
mêtros e meio. Os mais novatos também mostraram o que sabiam fazer na pista .


 

Mineirinho nas alturas

 






GAS arte urbana
Música e esportes  ganharam a companhia de outra série de atrações que não deixarão o
público parado. Teve apresentações dos B-Boys, Djs e grafite, uma dos pilares da arte de rua, que foi representado pelo Binho Ribeiro. O artista  grafitou ao longo do festival painéis gigantes formado por shapes (pranchas de skate). Ele também comandou a equipe que  pintou parte da cenografia do GAS Festival.


 

Um dos Grafites de Binho

 




Binho é grafiteiro desde 1984, editor da Revista Graffiti, curador e produtor cultural.
Influenciado pelo movimento Hip Hop nos anos 80, ele faz parte do panorama mundial do
grafite.

 

Binho Ribeiro



A foto abaixo foi tirada por mim, esse e meu camarada Nandão ao lado do Bob Burnquist,
pior que o vagabundo é In-line até o osso (rsrsrsrsrs)


 

Nando In-Line e Bob Skatista

 




Pra dizer que não tirei nenhuma foto com o grande ícone do Skate mundial, segue abaixo o
registro, eu sou aquele pingo do meio (rsrsrs)

 


 

 

E pra fechar a noite com chave de ouro piramos muito com a trilha sonora feita pelo Bad Religion, muita pauleira, os caras ainda continuam mandando super bem, esse foi o segundo show que pude ver de perto.

 


 

 

Bad Religion no palco

 

 

E quando disse que pude prestigiar de perto , disse bem perto mesmo, segue abaixo um registro de mim e o Nandão perto do palco, ficamos praticamente na grade do show.


 

(Chupa Ricardo rsrsrsrs)

 



Enfim, quem não participou perdeu um dos melhores festivais que já houve aqui no brasil, com a mais pura cultura de rua que só nós vagabundo até o osso conhece.
Num próximo evento deste pode ter certeza que estarei por lá, e que minha rapa inteira esteja junto pra relembrar os tempos de som, In-line, Skate, Rap, Punk e vagabundagem total pra os malokeiros de mile anos.


Axé Rapaziada........................................

VANDERSON CAETANO

 


Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

Cinco anos sem Vieira de Mello

  Brasileiro que queria salvar o mundo

 

 

 

    Há exatos cinco anos, às 21h24 (horário de Bagdá) de 19 de agosto - 14h24 no horário de Brasília - o correspondente da CNN no Iraque, Michael Okwu, anunciava a morte do brasileiro Sérgio Vieira de Mello, atingido no mais sangrento atentado à bomba da história da Organização das Nações Unidas que matou outras 22 pessoas. Com quase 30 anos de carreira na ONU, durante a qual atuou no processo de paz em lugares como Líbano, Camboja, Bósnia, Ruanda, Congo, Kosovo e Timor Leste, Vieira de Mello estava no Iraque como o representante do então secretário-geral da organização, Koffi Anan.

 

A vida de Vieira de Mello serve de inspiração. Ninguém acreditou tanto na capacidade da ONU de cumprir o papel para o qual foi criada, após o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945): mediar o conflito entre países antes de instaurada a guerra e, assim, preservar a paz e o equilíbrio entre os povos. Parece utópico demais diante de um mundo mergulhado em guerras como a do Iraque, Afeganistão e, agora, da Geórgia. Mas, acreditar é o primeiro passo a caminho daquilo que se quer conquistar. E a missão de Vieira de Mello era justamente a de reabilitar a crença na organização. De sua parte, ele cumpriu como ninguém o papel da diplomacia, ao preferir o diálogo à ação militar mesmo diante de ditadores e líderes sectários, quando a paz estava em jogo.

 

"Daqui a 30 anos vamos perguntar: por que não fizemos o que ele disse?", disse ao repórter do Estado, Antonio Gonçalves Filho, a premiada escritora americana Samantha Power, autora da biografia de Vieira de Mello, O Homem Que Queria Salvar o Mundo (Companhia das Letras, 670 págs., R$ 59). É leitura obrigatória.

 

`` Eu ainda não cheguei a ler este livro, mas pelo simples fato de se tratar de Vieira de Mello pode ter certeza que realmente é uma leitura de conquistas e lutas pela paz.´´

 

 


Publicado por Vanderson às 12:27
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Domingo, 24 de Agosto de 2008

Kevin Cartner, foto famosa causa suicidio.

 

   Em março 1993, Carter fez uma viagem para o sul do Sudão. O som de choramingar macio perto da vila de Ayod atraiu Carter a uma criança sudanesa. A menina havia parado para descansar ao esforçar-se para chegar á um centro de alimentação, onde um abutre tinha aterrado próximo. Ele disse que esperou aproximadamente 20 minutos, esperando que o abutre espalha-se suas asas. Não fêz. Carter tirou a fotografia e perseguiu o abutre para afastá-lo. Entretanto foi criticado por somente estar fotografando e não ajudando a pequena menina.

   Em 27 de Junho de 1994 levou seu carro até um local da sua infância e suicidou-se utilizando uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro de seu carro. Ele morreu envenenado por monóxido de carbono aos 33 anos de idade. Partes da nota de suicídio de Carter dizia:

 

Estou depressivo ... sem telefone ... dinheiro para aluguel ... dinheiro para ajudar as crianças ... dinheiro para dívidas ... dinheiro!!! ... Estou assombrado por memórias de assassinatos e cadáveres, raiva e dor ... de crianças esfomeadas ou feridas, de loucos gratuitos, muitas vezes polícia, de executores de assassinos... Eu vou juntar-me ao Ken se estiver com sorte.

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